Chevrolet Tracker LTZ2 1.4 Turbo (R$ 93.490):
- Ausência dos controles de estabilidade e tração, freio a disco nas 4 rodas, acendimento automático dos faróis, ar digital, sensor de chuva, rebatimento elétrico e repetidores de setas nos retrovisores (pelo menos tem alertas de ponto cego).
- Tamanho do porta-malas (306 litros) só não perde para o do Renegade.
Jeep Renegade Limited 1.8 (R$ 98.990)
- Menor porta-malas da categoria (273 litros).
- Só vem com 2 airbags (5 airbags adicionais e central multimídia são opcionais).
- Desempenho aquém do esperado considerando o peso do carro (mesmo com o ganho recente de 7 cv), o que também influencia os números de consumo.
Hyundai Creta Prestige 2.0 (R$ 99.990):
- Maior consumo constatado nos comparativos, apesar de ser o automático mais potente da categoria (com 166 cv, só perde do Tracker em termos de torque).
- Vários itens disponíveis apenas na versão de topo (ex: airbags laterais e de cortina, volante e bancos de couro, central multimídia, câmera de ré, ar automático digital, acendimento automático dos faróis, rebatimento elétrico dos retrovisores, alarme volumétrico e partida por botão).
- Interior poderia ter maior requinte (mesmo na versão de topo).
- Ausência de freio a disco nas 4 rodas e sensor de chuva.
Honda HR-V EXL 1.8 (R$ 102.900):
- Faltam itens presentes nos principais concorrentes, como sistema start-stop, chave presencial com acionamento por botão, sensor de ré (só tem câmera) e sensor de chuva.
- Poderia ter mais airbags (só tem 4) e preço menor.
Nissan Kicks SL 1.6 (R$ 93.490):
- Ausência de piloto automático, apoio de braço central para o motorista, rebatimento elétrico dos retrovisores, sensor de chuva e freio a disco nas 4 rodas.
- Acabamento das portas e luzes de teto poderiam ser melhores.
- Poderia ter uma motorização melhor (apesar do baixo peso e consumo, tem apenas 114 cv) e maior autonomia (tanque de combustível tem apenas 41 litros).
- Câmbio automático de apenas 4 marchas, o que influencia os números de consumo e o desempenho.
- Acabamento interno poderia ser melhor.
- Ausência de freio a disco nas 4 rodas, direção elétrica (é eletro-hidráulica) e ajuste de profundidade do volante.
- Poderia ter mais airbags (só tem 4) e um motor mais moderno (pelo menos tem 148 cv).
O Ford Ecosport passou por mudanças e deve ser avaliado em breve.





Nenhum comentário:
Postar um comentário